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Quanto custa um site em 2026, com o preço na mesa.

Em levantamento de agosto de 2026, um site custava de R$ 69 por mês, por assinatura, a R$ 15 mil, sob medida. A diferença está no que vem junto. Este guia mostra as faixas, os custos que ficam fora do orçamento e como comparar propostas. O nosso preço também está aqui, para você comparar.

Site pronto antes de pagarSem fidelidadeAnúncio no ar em até 7 dias

Os três caminhos

Três jeitos de ter um site, três contas diferentes.

01

Fazer sozinho num construtor

Você paga a assinatura da ferramenta e o domínio, e entra com as horas: escrever, escolher fotos, montar cada página, deixar rápido no celular e cuidar do Google. Serve para começar. O risco é o site parar pela metade, porque o dia a dia do negócio vem antes.

02

Freelancer ou agência, sob medida

Em levantamento de agosto de 2026, uma página de venda bem feita saía de R$ 1,5 mil a R$ 4 mil, em 7 a 15 dias, e um site institucional premium, de R$ 7 mil a R$ 15 mil. Antes de fechar, pergunte o que vem depois da entrega: hospedagem, manutenção e trocas.

03

Site por assinatura

No mesmo levantamento, um site genérico por assinatura custava de R$ 69 a R$ 149 por mês. O custo fica no mês e cabe no caixa. Em troca, o modelo costuma servir para qualquer ramo, e vale ler o contrato: se tem fidelidade e se o site é seu quando você sai.

O que entra no preço

O que um site bem feito precisa trazer no preço.

  • Uma página para cada serviço, com a cidade no título, em vez de tudo numa página só
  • Texto sobre o seu negócio, e não texto de modelo que serve para qualquer um
  • Abrir rápido no celular, com a nota medida na ferramenta do próprio Google
  • WhatsApp em toda a página, com a mensagem pronta
  • Endereço, horário e contato no código, para o Google entender quem você é, e o Search Console ligado
  • Domínio no nome do dono do negócio, e não no de quem fez o site
  • Servidor rápido e alguém cuidando do site no ar depois da entrega
  • Regra clara para as trocas de texto e foto: quantas estão incluídas e quanto custa a próxima
Tela de celular com o site-modelo da Vet Aurora, clínica veterinária de demonstração
Plano Cinematográfico · R$ 1.497 + R$ 150/mês

Um site inteiro, não uma página só.

Esta é a Vet Aurora, um dos sites-modelo do Já no Ar no plano Cinematográfico: abertura em vídeo, uma página para cada serviço, da vacinação ao ultrassom, e o WhatsApp em toda a página. Os nossos sites-modelo tiram de 95 a 99 de 100 no Lighthouse para celular, a ferramenta de velocidade do próprio Google (medição no ar em 27/09/2026). Abra no seu celular e compare com o orçamento que você tem na mão.

Guia de preços

O que pesa no preço de um site, e quanto custa cada coisa.

Guia do Já no Ar, agência de sites para negócios locais · atualizado em

O preço de um site depende menos da tecnologia e mais do que vem junto: quantas páginas, quem escreve, quanto tempo leva e quem cuida depois da entrega. Este guia junta o que pesa no valor de um site para empresa, com as faixas de um levantamento de agosto de 2026 feito pelo time do Já no Ar, para você comparar qualquer proposta, inclusive a nossa.

As faixas de preço em 2026

Em levantamento de agosto de 2026, uma página de venda bem feita, a landing page de uma página só, saía de R$ 1,5 mil a R$ 4 mil com freelancer ou agência, com entrega em 7 a 15 dias. Um site institucional premium, sob medida, ficava entre R$ 7 mil e R$ 15 mil. No modelo por assinatura, um site genérico custava de R$ 69 a R$ 149 por mês. Um tour virtual 360 avulso, para quem vende o espaço, saía de R$ 1,5 mil a R$ 7,5 mil. Fazer sozinho num construtor custa a assinatura da ferramenta, o domínio e as suas horas. No Já no Ar, o site Cinematográfico sai por R$ 1.497 de entrada e R$ 150 por mês; o 3D, com duas peças em três dimensões, por R$ 2.497 e R$ 200 por mês; e o 3D Interativo, com tour virtual, por R$ 5.000 e R$ 250 por mês.

O que faz o preço subir

O que mais mexe num orçamento é o tamanho do trabalho. Uma página só custa menos, mas uma página para cada serviço é o que tem mais chance de aparecer quando o cliente busca aquele serviço na sua cidade. Design sob medida custa mais que modelo pronto. Texto escrito por quem faz o site custa mais que texto que você manda pronto, e poupa o seu tempo. Foto, vídeo e 3D produzidos para o site pesam no preço, assim como funções extras: agendamento, loja virtual, área com login. Prazo curto e muitas rodadas de ajuste também encarecem. Se precisar cortar, corte o enfeite e mantenha o que traz cliente: a página por serviço, a velocidade no celular e o WhatsApp fácil de achar.

O custo que ninguém conta: domínio, hospedagem, manutenção e trocas

O orçamento mostra o preço do site; o custo de ter um site vem depois. O domínio .com.br custa R$ 40 por ano no Registro.br, que cuida dos domínios .br (valor consultado em setembro de 2026), e precisa ficar no nome do dono do negócio, e não no de quem fez o site. A hospedagem, o servidor onde o site fica, é paga por mês ou por ano. A manutenção é manter tudo atualizado e consertar o que quebra; em site com plugins, é trabalho recorrente. E há as trocas: o horário novo, a foto da equipe, o preço de um serviço. Pergunte quantas estão incluídas e quanto custa cada uma fora do pacote. Somando 12 meses, uma proposta barata pode sair mais cara que outra.

Mensalidade ou pagamento único

No pagamento único, você paga o site de uma vez, mas hospedagem, manutenção e trocas viram contas à parte, e cada ajuste pode virar um orçamento novo. Na mensalidade, o custo se espalha pelos meses e alguém cuida do site no ar, mas é preciso ler o contrato: se tem fidelidade, se há multa para sair e se o site vai com você quando sai. Há modelos que misturam os dois. No Já no Ar, a entrada é o site, em até 12x, e a mensalidade é o site no ar: começa no segundo mês, porque o primeiro está incluído, e cobre o site rápido, a central do cliente, até 4 trocas de texto e foto por mês e o suporte. Não tem fidelidade: você sai com aviso de 30 dias e leva os arquivos do site. No primeiro ano, o Cinematográfico soma R$ 3.147: a entrada de R$ 1.497 e 11 mensalidades de R$ 150.

Como comparar duas propostas

Ponha as propostas lado a lado e faça as mesmas perguntas a todas. Quantas páginas vêm, e quais? Quem escreve o texto? O domínio fica no meu nome? A hospedagem está incluída, e por quanto tempo? Quantas trocas por mês estão no preço, e quanto custa a próxima? Tem fidelidade ou multa? Se eu sair, levo os arquivos? Dá para ver o site pronto antes de pagar? Depois, peça o link de um site que a empresa já fez e teste no PageSpeed Insights (pagespeed.web.dev), a ferramenta de velocidade do Google, na versão para celular. A nota varia um pouco a cada medição, então meça mais de uma vez. E compare o custo de 12 meses de cada proposta, não só a entrada.

Posição no Google não tem preço de tabela

Desconfie de proposta que promete o topo da busca. O Google decide a posição olhando muitos sinais, e nenhuma agência controla isso. O que dá para contratar é a condição: uma página para cada serviço, com a cidade no título; os dados do negócio no código; o mapa do site enviado; a velocidade no celular; e o Search Console, a ferramenta do Google que mostra quantas vezes o seu site apareceu na busca e quantas pessoas clicaram. Aparecer na busca comum não custa nada por clique; anúncio no Google é outra conta, paga por clique. A gente não vende posição no Google, vende as condições para conquistar, e mostra a medição antes e depois.

Quanto custa ficar sem site

Ficar sem site não aparece em nenhuma fatura, mas tem custo. No perfil da empresa no Google, o botão "Site" só aparece para quem tem um, e é por ele que o cliente vê o serviço de perto antes de chamar. O Instagram mostra o seu trabalho para quem já te segue; quem ainda não te conhece procura o serviço no Google, com o nome da cidade, e escolhe entre o mapa e os sites que aparecem. Sem site, a conversa no WhatsApp começa em branco, e você repete as mesmas respostas o dia inteiro. Para saber se um site se paga, divida a mensalidade pelo que um cliente novo te deixa: se ele te deixa R$ 150 ou mais, um cliente por mês já cobre a mensalidade do Cinematográfico.

Qual faixa faz sentido para o seu negócio

Se você está começando e ainda não depende do Google para vender, um construtor ou uma página de venda simples resolvem por um tempo. Se o cliente te procura pelo nome do serviço e da cidade, como numa clínica, num escritório ou numa oficina, vale um site com uma página por serviço, rápido no celular. Se o que você vende é o espaço, como um showroom, uma marmoraria ou um salão de festas, o tour virtual passa a fazer parte da venda. No Já no Ar, você vê antes de decidir: manda o link do seu site, do Instagram ou do perfil no Google, e em até 2 dias úteis recebe uma prévia montada com o que o negócio já publica. Se gostar, paga a entrada e assina. O domínio fica no seu nome.

O que é o Já no Ar

Para comparar: o nosso preço está na página.

Somos uma agência para negócio local com três produtos, que você compra separados ou juntos: o anúncio no Instagram e no Facebook que cai no seu WhatsApp, o site com uma página por serviço, pronto antes de pagar, e o seu Instagram em dia. Sem fidelidade.

  • Tráfego: o anúncio na Meta que cai no seu WhatsApp
  • Site: uma página por serviço, pronto antes de pagar
  • Redes: o seu Instagram em dia, 12 posts e até 4 Reels por mês
  • Sem fidelidade: para sair, é só avisar com 30 dias

Site pronto antes de pagarSem fidelidadeAnúncio no ar em até 7 dias

Como funciona

Do primeiro contato à conversa no seu WhatsApp.

  1. 01

    Você chama no WhatsApp

    Manda o link do seu site ou do seu Instagram e diz o que quer: anúncio, site, redes ou tudo.

  2. 02

    O site, pronto antes de pagar

    Em até dois dias úteis você recebe a prévia com o seu conteúdo. Gostou, seguimos; não gostou, não paga nada.

  3. 03

    Você libera o acesso

    A conta de anúncio fica no seu nome e no seu cartão. Você dá acesso de parceiro ao BM do Já no Ar e aprova as peças na central.

  4. 04

    No ar em até 7 dias

    O anúncio sobe, as peças das redes entram toda segunda e o relatório fica na central, todo dia.

Perguntas

O que perguntam sobre preço de site

Quanto custa um site simples?

Em levantamento de agosto de 2026, uma página de venda bem feita, com freelancer ou agência, saía de R$ 1,5 mil a R$ 4 mil, com entrega em 7 a 15 dias. Um site genérico por assinatura custava de R$ 69 a R$ 149 por mês. No Já no Ar, o site completo, com uma página por serviço, sai por R$ 1.497 de entrada e R$ 150 por mês a partir do segundo mês. Quer o anúncio junto? A gestão do tráfego sai por R$ 1.000 por mês, e as redes, R$ 1.000 por mês.

Quanto custa um site profissional para empresa?

Em levantamento de agosto de 2026, um site institucional premium, sob medida, ficava entre R$ 7 mil e R$ 15 mil. O que mais pesa é o número de páginas, quem escreve o texto, a produção de foto e vídeo e o que vem depois da entrega: hospedagem, manutenção e trocas.

Quanto custa um site por mês?

Depende do que a mensalidade cobre. No levantamento de agosto de 2026, um site genérico por assinatura custava de R$ 69 a R$ 149 por mês. No Já no Ar, a mensalidade é de R$ 150 no Cinematográfico, R$ 200 no 3D e R$ 250 no 3D Interativo, e começa no segundo mês, porque o primeiro está incluído. Ela cobre o site no ar e rápido, a central do cliente, até 4 trocas de texto e foto por mês e o suporte.

Por que um site custa R$ 1,5 mil e outro, R$ 15 mil?

Porque não é o mesmo trabalho. Muda o número de páginas, o design sob medida ou de modelo, quem escreve o texto, a produção de foto, vídeo ou 3D, as funções extras e o que vem depois da entrega. Compare o que cada proposta entrega e o custo de 12 meses, não só a entrada.

Quanto custa o domínio .com.br?

No Registro.br, que cuida dos domínios .br, o .com.br custa R$ 40 por ano (valor consultado em setembro de 2026). Registre no nome do dono do negócio: é o endereço do seu site, e ele precisa ser seu.

Quanto custa colocar o site no Google?

Aparecer na busca comum do Google não tem custo por clique. O trabalho está em deixar o site em condição de aparecer: uma página por serviço, os dados do negócio no código, a velocidade no celular e o Search Console ligado. Anúncio no Google é outra conta, paga por clique. A gente não vende posição no Google, vende as condições para conquistar, e mostra a medição antes e depois.

Mensalidade ou pagamento único: o que compensa?

Some o custo de 12 meses dos dois. No pagamento único, entram o site, a hospedagem, a manutenção e cada troca que você pedir. Na mensalidade, veja o que ela cobre, se tem fidelidade e se o site é seu na saída. No Já no Ar, o Cinematográfico soma R$ 3.147 no primeiro ano, sem fidelidade, e você leva os arquivos do site se sair.

Dá para ver o site antes de pagar?

No Já no Ar, sim. Você manda o link do seu site, do Instagram ou do perfil no Google, e em até 2 dias úteis recebe uma prévia montada com o que o negócio já publica. Se gostar, paga a entrada, em até 12x, e assina a mensalidade.

Quanto custa um site no Já no Ar?

O Cinematográfico sai por R$ 1.497 de entrada e R$ 150 por mês. O 3D, com duas peças em três dimensões, por R$ 2.497 e R$ 200 por mês. O 3D Interativo, com tour virtual, por R$ 5.000 e R$ 250 por mês. A entrada é em até 12x, o primeiro mês está incluído e não tem fidelidade: para sair, é só avisar com 30 dias. Quer o anúncio junto? A gestão do tráfego sai por R$ 1.000 por mês, e as redes, R$ 1.000 por mês.

Quanto cobrar por um site?

Se você faz sites, as faixas do levantamento de agosto de 2026 servem de referência: de R$ 1,5 mil a R$ 4 mil por uma página de venda bem feita, de R$ 7 mil a R$ 15 mil por um site institucional premium e de R$ 69 a R$ 149 por mês no modelo por assinatura. Para chegar ao seu preço, some as horas do projeto, os custos fixos, como domínio e servidor, e o que você vai cobrar para manter o site no ar depois.

Começar

O jeito mais fácil de comparar preço: ver o site pronto.

Manda o @ do seu Instagram ou o link do seu site no WhatsApp. A gente te mostra o anúncio, o site e o calendário do seu negócio, e você escolhe por onde começar.

Site pronto antes de pagar · Sem fidelidade · Anúncio no ar em até 7 dias